out 31

Pavlov e seu cachorro

Sopa Primordial

 

 

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 30

Outro dia contei, mas vou repetir para você não ter que ficar “clicando aqui”…. et al. é a abreviação do latim et alicui que significa “e colaboradores”. Na hora de citar um trabalho de três ou mais autores, você cita o primeiro autor e et al.: Fulano et al.. Acontece que tem gente que se auto-referencia tanto, que virou um “et eu” (a pronúncia em inglês é “et ai”…ai!) Como blog é uma coisa individual vou me dar o direito de auto-citação. Este é o segundo da seção “et eu”.

Tempos atrás um físico disse que os “cientistas têm tanto interesse na história e filosofia da ciência, como pássaros têm em ornitologia”. Em geral, os pesquisadores seguem a teoria do forrageamento ótimo, aquela mesma, usada para explicar a competição entre aves. Assim, pássaros e cientistas estão todos muito ocupados correndo atrás de migalhas. Quem vai pensar em ornitologia ou história/filosofia?

Porém, de vez em quando pinta a dúvida shakesperiana e se você está amparado por uma eficiente, linda e silenciosa biblioteca como a da Universidade de Cape Town, é relativamente fácil descobrir grandes obras como o livro de T. D. Smith, “Scaling Fisheries: the science of measuring the effects of fishing, 1855-1955” (Medindo a Pesca: a ciência da mensuração dos efeitos da pesca. Cambridge University Press. 392p. 1994) ou o excelente “Modeling Nature: Episodes in the history of population ecology” da J. Kingsland (A Natureza da Modelagem: episódios na história da ecologia de populações - Ed. Chicago. 267p.1985).

Scaling Fisheries: the science of measuring the effects of fishingModeling Nature More »

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 22

Este blog tem a satisfação de apresentar sua primeira entrevista. Conversei por email com o professor de Química da UNICAMP Marcelo Ganzarolli, que juntamente com o médico Gilson Barreto, escreveu “A arte secreta de Michelangelo: uma lição de Anatomia na Capela Sistina” (Editora ARX). Neste livro primoroso, eles explicam que para cada uma das 32 cenas pintadas na Capela Sistina, há uma parte anatômica humana subjacente, incluindo querubins, escravos e “ignudis” que, ao redor, de algumas destas cenas, dão dicas do que elas representam.

Falei do livro no post anterior.

A entrevista é mais uma daquelas conversas que lamentavelmente não tive pessoalmente. Um doutor em química que gosta (e entende) profundamente de artes. Um daqueles gentlemen (ele é educado até com a arte moderna) que as universidades não formam mais, mas que ainda estão por aí, sabendo muito bem onde colocam seu talento, dedicação e paciência, incluindo o fato de parar tudo pra me dar a entrevista. É hora de flanar….

Professor Marcelo Ganzarolli

Se você se empolga com a ciência, não há como não se empolgar com as artes

More »

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 20

A relação entre arte e ciência, assunto cada vez mais explorado e debatido é certamente mais antiga do que vôos recentes de cientistas pelo mundo da arte. Richard Feynman, por exemplo, finalizou sua carreira de pintor já na primeira exposição, pois teve medo que seus quadros só tivessem valor por terem sido pintados por um Nobel da Física. Mas também o que ele queria? Que o levassem a sério como artista?

No início deste ano estive na Royal Society de Londres (como turista, claro…) e na sala onde a seleção natural de Darwin & Wallace foi defendida (foto abaixo), havia uma exposição de quadros de fellows famosos. Obras de John “Mente Brilhante” Nash e Winston Churchill estavam expostas lá. Não precisa ser um grande entendido para se felicitar com o fato que ambos brindaram a humanidade com outros serviços, que não a pintura. Muito tempo atrás na Alemanha, aconteceu o contrário. Wolfgang von Goethe, autor de Fausto, escreveu um tratado de classificação taxonômica e foi profundamente ignorado. Afinal, quem ia ligar pra um trabalho de ciência daquele que já era considerado o maior poeta alemão de todos os tempos? Já não bastava ser gênio na arte maior, a poesia?

Sala de Conferências da Royal Society

More »

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 19
Battle at Kruger
icon1 Igor Alcântara | icon2 Bafana Divulga, Vídeo | icon4 10 19th, 2007| icon31 Comentário »

Aproveitando o post do Ronaldo sobre o Kruger National Park, eis um emocionante vídeo amador chamado “Battle at Kruger”, que atualmente é um dos mais visualisados no YouTube.

Desde que fora inserido em maio deste ano, já foram mais de 10 milhões de acessos, um fenômeno da internet. A popularidade do vídeo cresceu ainda mais com a veiculação do mesmo pela rede BBC no dia 09 de agosto.

Também pudera! A emocionante sequência que você verá a seguir é de causar inveja a qualquer documentarista. Uma cena rara até mesmo para os padrões do Kruger. O vídeo filmado pelo turista David Budzinski mostra a batalha entre um grupo de leoas, um crocodilo e uma manada de búfalos à cata de seu filhote, com um final surpreendente! Segundo o jornal Guardian Unlimited até mesmo um dos fundadores do YouTube elegeu o vídeo como favorito de todos os tempos.

Fantástico isso não!

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 18

O Kruger National Park é considerado um dos principais refúgios de vida silvestre do planeta. Localiza-se ao Nordeste da África do Sul, fazendo divisas com Moçambique, Zimbábue e Botsuana. Com 19.700 km2 é maior que muitas cidades, estados e países. O Kruger é dividido em 21 “ecozonas”, que englobam desde áreas alagáveis, matas arbustivas até florestas e savanas.

Acredito que a maior parte dos nomes destas fitofisionomias nem tem tradução para o português. De qualquer forma, tenho de admitir o lugar-comum: parece muito com o cerrado sensu strictu, cerradão ou até com os “campos rupestres”. Não é ofensa, nem erro grave, chamar estas formações brasileiras de Brazilian savanna. Acreditem: é uma grande honra para o cerrado.

Leões

Elefante

 

More »

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 17
BBC Planet Earth!
icon1 Igor Alcântara | icon2 Bafana Divulga, Vídeo | icon4 10 17th, 2007| icon3No Comentários »

Um belo vídeo da BBC sobre a beleza e a magnitude do planeta Terra.

Este eu vi lá no Blog Terra que Gira!

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 16

De tanto ouvir falar do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) e de todas as suas previsões quase apocalípticas, muitas pessoas parecem ter dado de ombros para o problema do aquecimento global, já que é “muito provável” que nossos esforços não surtirão o efeito desejado, pois não conseguiremos reverter o aquecimento, no máximo, o retardaremos.

Mas realmente não dá pra fazer nada? Todo mundo que já leu ou ouviu algo sobre ecologistas já deve ter visto o surradíssimo “pensar globalmente e agir localmente”. Mas, não é que é isto mesmo? Acompanhe.

More »

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 16

Para os cientistas do IPCC (Painel Inter-Governamental de Mudanças Climáticas) os países tropicais sofrerão mais com o aquecimento global do que os temperados, porque estão localizados nas latitudes com maior probabilidade de serem atingidas pelas piores previsões, isto é, por temperaturas mais altas e pela diminuição da disponibilidade de chuva.

É claro que a base destas simulações é, para dizer o mínimo, curiosa. Antes que você pense que sou mais um dos malucos jogando pedra no IPCC, veja esta: foram observadas variações significativas em 28.671 sistemas biológicos usados no relatório do IPCC para subsidiar os modelos que prevêem o futuro quente do mundo. Quase todos 28.115 (98%) são na Europa e apenas dois (isto mesmo, eu disse dois) na África. Mas para os cientistas, “não há dúvidas”, que são os países africanos que mais padecerão com as mudanças climáticas (Hum…..) ou como quer a maioria das manchetes: “Países pobres sofrerão mais com aquecimento global”.

More »

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb
out 16

As mais respeitáveis revistas científicas do mundo (Nature e Science) não têm mais dúvida da importância do Homem, através da queima de combustíveis fósseis, para o atual quadro de mudanças climáticas globais. Nas palavras da Nature de abril de 2007: “The debate is over” ou “O debate acabou”. O aquecimento é pra valer e a discussão, à partir de agora, é sobre quais serão as políticas públicas a serem adotadas para minimizar os efeitos catastróficos de tais mudanças.

O último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas Globais) tratou exclusivamente da “Captura e Estoque de Carbono”, isto é, de soluções para o despejo do dióxido de carbono (CO2), já que na atmosfera ele causa o aquecimento. Desta forma, os outros candidatos a reservatórios são: o oceano e certas formações geológicas, como minas abandonadas ou salinas. É só injetar o CO2 nelas.

More »

Referenciado por:
  • Digg
  • del.icio.us
  • Netvouz
  • DZone
  • ThisNext
  • De.lirio.us
  • StumbleUpon
  • Technorati
  • Internetmedia
  • YahooMyWeb