Em qualquer pesquisa de opinião com o público chamado leigo, um cientista é invariavelmente considerado, na melhor das hipóteses, um “louco genial”. A famosa foto de Einstein mostrando a língua, por exemplo, só não deve ser mais conhecida do que aquela de Guevara que virou símbolo de torcidas organizadas, inclusive fora dos esportes (sei que me entendem…).
Mas porque Einstein fez aquilo? Porque em viagem pelos EUA, um paparazzi não lhe dava trégua. Ele demasiado humano e especialmente educado, apenas mostrou-lhe a língua.
Outro cientista conhecido por sua genialidade e excentricidade é Newton. A única vez que dizem tê-lo visto rindo, foi quando a bibliotecária indagou o motivo dele emprestar constantemente aquele “livro velho de um tal Aristóteles”. Sir. Isaac era realmente esquisitão, pois, se lhe surgia uma pergunta interessante, ele esquecia-se completamente de comer ou dormir e ficava dias tentando respondê-la.
Mas é preciso avisar ao público: Einstein, Newton, Madame Currie (dois prêmios Nobel) são grandes exceções à regra. Na sua imensa maioria (99,9%) os cientistas são pessoas normais, com seu emprego cotidiano, seu salário meia-boca, suas contas a pagar, sua religião, e, no Brasil, claro, com seu time de futebol. More »








