out 17

Dinheiro pra Nada

Sem dúvida alguma a necessidade e a vontade de ganhar dinheiro ajudam no funcionamento do mundo. Dizem que a Terra nem gira mais em torno do sol e sim do dinheiro. Até mesmo nós paramos de olhar pro umbigo pra reparar, ao invés disso, nos próprios bolsos (e muitas vezes nos alheios…).

Há alguns anos a Science (olha eu aqui ecoando a Science…) publicou um artigo que fala sobre isto: “As conseqüências psicológicas do dinheiro” das professoras K. Vohs e N. Mead da Universidade de Minnesota, USA e do professor M. Goode da Universidade de British Columbia, Canadá. Basicamente eles pegaram algumas pessoas (cobaias) estimularam-nas (ou não) com dinheiro (ou a idéia de) e testaram suas reações. Estes “cientistas de laboratório” realizaram nove diferentes experimentos comparando basicamente dois grupos: um deles sempre recebendo o dinheiro ou estímulos (leitura, vídeo) sobre o dinheiro, o outro não. Vou chamar o grupo “endinheirado” de $ e o segundo de ∑, aquele que tem que somar as trocados pro fim do mês, e tentar explicar os experimentos (todos com resultados que mostraram diferença estatisticamente significativa entre os grupos). More »

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out 8

The Story Stuff

Eis um vídeo que vale a pena ver: The Story of Stuff (A História das Coisas) é um documentário muito bem feito, que aborda o ciclo de extração, produção e consumo que o capitalismo nos impõe.  Com idéias claras e sem toda aquela ‘pose’ do Al Gore em Uma Verdade Inconveniente, Annie Leonard mostra as entranhas do consumismo e como esta máquina está cada vez mais, consumindo tudo e todos!

Ultimamente, até mesmo o próprio Meio Ambiente virou produto. É íncrivel a necessidade atual de se ganhar dinheiro, ou qualquer tipo de retorno em tudo. E vive-se num eterno ciclo de conflitos entre o querer, o dever e o poder. Se quero não posso, se posso não devo e se devo fazer alguma coisa, tenciono a não querer.

Como sair deste ciclo conflituoso? Simples, aprenda desde já a gostar de seus deveres, e poderá fazer o que quiser. Cumpra de boa vontade com suas tarefas, com suas obrigações, com seus princípios, seu papel no mundo. Seja Humano e seu dever será cumprido. Bom vídeo! More »

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out 5

Herzog_Herman_Moonlit_Fishing_Scene

A proibição, ou limitação, ao uso de um recurso renovável ou não, nos remete a teoria da “Tragédia dos Comuns”, termo cunhado por Garret Hardin em 1968. A teoria sustenta que o aumento da população, incrementaria a pressão sobre os recursos, primeiro em níveis locais, depois, globais, levando ao inevitável resultado de sobre-exploração e ruína. A única solução apontada por Hardin para evitar a tragédia seria controlar o acesso dos comuns ao recurso através de leis e normas. Exemplos mais recentes tem, mostrado que, às vezes, estas restrições não são tão necessárias, pois, dependendo da diversidade dos agentes, o “sistema” pode-se manter estável. Aqui podemos especular o tema com outro modelo: “o dilema do prisioneiro” (baseado na teoria dos jogos).

Imagine dois prisioneiros que são interrogados por um crime que cometeram juntos. Se ninguém confessa, a polícia não pode certificar-se do caso, e ambos são punidos com uma condenação menor. A polícia oferece a cada prisioneiro um atrativo para confessar e testemunhar contra o outro na corte, mas se o outro também confessa a testemunha não será necessária e o atrativo não vale. Resumindo: se há cooperação entre os prisioneiros (ninguém confessa) eles recebem sentenças reduzidas ou quando ambos confessam, moderada.

Entretanto se um prisioneiro pensa que o outro não confessou o crime, ele é tentado a possibilidade de obter a liberdade, testemunhando contra o outro que pagará a maior pena. Ainda há a possibilidade de que ele pense que o outro confessou, e então, terá de confessar também para evitar a maior pena a ele mesmo. Desta forma, o sujeito não confessa: a) quando ele confia no outro e b) quando ele está disposto a sacrificar-se para tentar algo melhor, tentando assim otimizar seu ganho. (Filme Cálculo Mortal) More »

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