dez 21
FELIZ NATAL
icon1 Ronaldo Angelini | icon2 Artigos | icon4 12 21st, 2009| icon33 Comentários »

Amigos, em 2010, quando a Copa for jogada na terra dos Bafana-Bafana este Blog promete, diretamente do Rio Grande do Norte, não decepcionar.

FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO. 

Segue a foto da segunda “gata branca” da minha casa (a Pituca).

 

Natal!!

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dez 13

 

No final do mês passado foi publicada uma pesquisa, coordenada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e encomendada pelo Ministério da Justiça, sobre violência e juventude.

 

 

Com ampla cobertura jornalística, principalmente pelas conclusões, o ministro da Justiça afirmou: “A pesquisa derruba determinados mitos, como, por exemplo, o de que a situação mais vulnerável é a do Rio de Janeiro.”As dez capitais com maiores índices de vulnerabilidade juvenil à violência são pela ordem: Recife, Belém, Macapá, Teresina, Manaus, Rio de Janeiro, Cuiabá, São Luis, Fortaleza e Salvador.

 

 

Instigado por um artigo crítico de José Maria e Silva sobre esta pesquisa (clique aqui), peguei o relatório em pdf (clique aqui para ver e, se quiser baixar o pdf “zipado”) e fui fazer uns cálculos..

 

 

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dez 9

Aproveitando a deixa do Breno no Discutindo Ecologia que escreveu sobre a desvalorização do professor de escola pública (clique aqui para ler), este blog abre espaço novamente para o Ademir Luiz, escritor, doutor em história, erudito em cinema….e que dá aulas em escolas públicas e universidades. O Ademir escreve sobre tratamento de missionário dispensado ao professor, quando na verdade ele é apenas um profissional. Segue o artigo

Educação Não é Missão (por Ademir Luiz)

É muito comum escutarmos de certos pedagogos, teóricos do ensino,secretários de educação, proprietários de colégios particulares e outras pessoas que, em princípio entendem do tema, que o professor é imbuído da “missão” de ensinar. Para eles ser professor é, acima de tudo, um “sacerdócio”. Mesmo a recente substituição da palavra “professor” pela palavra “educador” aconteceu em função deste discurso politicamente correto, que é quase hegemônico. Discurso repetido a exaustão nas universidades, em livros, teses, entrevistas, festinhas escolares, reuniões de pais, reuniões pedagógicas etc, etc e etc. Contudo, apesar de todas as boas intenções embutidas, tal perspectiva é frágil. Não se sustenta, não resiste a uma análise lógica apurada. Na verdade, qualquer pessoa um pouco mais perspicaz é capaz de perceber que ela é nociva ao desenvolvimento da profissão. Acaba por sabotar a própria condição de profissional do professor.

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