Amigos, em 2010, quando a Copa for jogada na terra dos Bafana-Bafana este Blog promete, diretamente do Rio Grande do Norte, não decepcionar.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.
Segue a foto da segunda “gata branca” da minha casa (a Pituca).
Amigos, em 2010, quando a Copa for jogada na terra dos Bafana-Bafana este Blog promete, diretamente do Rio Grande do Norte, não decepcionar.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO.
Segue a foto da segunda “gata branca” da minha casa (a Pituca).
Aproveitando a deixa do Breno no Discutindo Ecologia que escreveu sobre a desvalorização do professor de escola pública (clique aqui para ler), este blog abre espaço novamente para o Ademir Luiz, escritor, doutor em história, erudito em cinema….e que dá aulas em escolas públicas e universidades. O Ademir escreve sobre tratamento de missionário dispensado ao professor, quando na verdade ele é apenas um profissional. Segue o artigo
Educação Não é Missão (por Ademir Luiz)
É muito comum escutarmos de certos pedagogos, teóricos do ensino,secretários de educação, proprietários de colégios particulares e outras pessoas que, em princípio entendem do tema, que o professor é imbuído da “missão” de ensinar. Para eles ser professor é, acima de tudo, um “sacerdócio”. Mesmo a recente substituição da palavra “professor” pela palavra “educador” aconteceu em função deste discurso politicamente correto, que é quase hegemônico. Discurso repetido a exaustão nas universidades, em livros, teses, entrevistas, festinhas escolares, reuniões de pais, reuniões pedagógicas etc, etc e etc. Contudo, apesar de todas as boas intenções embutidas, tal perspectiva é frágil. Não se sustenta, não resiste a uma análise lógica apurada. Na verdade, qualquer pessoa um pouco mais perspicaz é capaz de perceber que ela é nociva ao desenvolvimento da profissão. Acaba por sabotar a própria condição de profissional do professor.