Decompondo a natureza física do arco-íris
Por: Jhonathan Diego Nascimento de Jesus
Richard Dawkins é um dos mais proeminentes divulgadores da ciência atual. Em “Desvendando o Arco-íris” (Editora Companhia das Letras, 2002, R$ 54,50), ele esbanja elegância e erudição. É válido lembrar que esse livro foge um pouco ao conteúdo apresentado nos demais livros publicados pelo autor.
Encontramos uma obra mais densa e de cunho filosófico mais amplo. No entanto não falta seu bom humor característico nem mesmo sua exaltação a teoria da evolução através do processo de seleção natural, que mostra que Dawkins é mais darwiniano que o próprio Darwin.
O livro é bem completo, mas merecem destaques pontos como a desmistificação da ciência como algo desprovido de poesia. Talvez seu grande embate seja mostrar aos leitores que a ciência pode apresentar as mais belas manifestações, contrariando a visão de grande parte dos poetas que vêem na ciência, um entrave à criação poética, já que desnuda o fenômeno racionalmente. Por exemplo, a repulsa de alguns poetas antigos à figura de Newton, que ao revelar que o arco-íris é a junção dos feixes de ondas de diferentes comprimentos, acabou com toda a magia colorida…
O autor também vai fundo contra as pseudociências. A astrologia, a quiromancia e como prenúncio ao seu mais novo livro, até mesmo as religiões são amplamente desmascaradas ao longo de quatro capítulos da obra. O autor usa recursos estatísticos para desmentir alguns médiuns que se aproveitam de meras coincidências decorrentes do grande número de indivíduos nas populações.
Além disso, os tribunais de júri não faltaram nesta obra, uma vez que Richard Dawkins adora o tema. Através de uma argumentação sólida, ele nos mostra a importância das chamadas “impressões digitais de DNA”, como um recurso poderoso na solução de crimes. Ele também rebate e critica muitos advogados que se recusam a utilizar impressões de DNA em tribunais de justiça. Nosso autor ainda utiliza a genética em mais dois capítulos do livro, onde descreve a utilidade do DNA na reconstrução de filogenias, recontando assim o mundo dos nossos antepassados. Para finalizar Dawkins dedica seu último capítulo a revelar todo o potencial do cérebro humano.
O livro é muito bom, pois nos estimula ir além da mera leitura comum de informações científicas, para analisar o método e a beleza na mais profunda acepção da palavra. Aposto que até mesmo Carl Sagan gostaria de ter escrito essa obra.



agosto 7th, 2008 at 12:55
Bravo, Bravo Mr. Dawkins!
I m Atheist to, and I can say one: The Bible with God, Moses, Joshua, David and Jesus is a most criminal book on the Earth!
We have Violence, Genocide, War, Racism, Antisemitism and Sla
very in the Bible! And who liked the Bible? Mr. Obama, black
American, Martin Luther King, black American to, and we have
Slavery in the Bible, special Story for the black people!
Mr. Dawkind say the Truth about christian criminal Education,
because the Bible is a criminal jewish-christian book. And
Mr. George W. Bush said: “I love Jesus, and he is a best
my Philosoph.” Koloser 2:8. Stupid man!!!
Mr. Dawkins, Mr. Buggle, Mr. Nietzsche, Mr. Onfray: Atheists-
group from Freethinker!!!
1. Martin Luther Bible
2. Immanuel Kant`s Bible
3. Adolf Hitler`s Bible
4. Joseph Ratzinger`s Bible
5. Martin Luther King`s Bible
6. Bill Clint´`s Bible
7. George W. Bush`s Bible
8. Barac Obama`s Bible
Thank You! A T H E I S T !