
Ronald A. Fisher era um arrogante, sem paciência com ninguém que fosse, ou parecesse, menos inteligente que ele, isto é, quase o mundo todo. Era extremamente original e ainda, um pesquisador muito produtivo, que nos últimos 50 anos de sua vida conseguiu publicar praticamente um trabalho (importante) a cada 2 meses. Isto numa época sem computadores (ele morreu em 1962), com suas correções automáticas e cálculos precisos. Ele fez os dele em calculadoras primitivas e praticamente sozinho.
Já tratamos semana passada de sua colaboração significativa com a Estatística, mas ele não ficou só aí. More »


