mar 17

As árvores são realmente fascinantes e podemos encontrar extensões de suas raízes na literatura, na religião, em fatos históricos e até mesmo em nossas memórias de infância. Recebemos há pouco um e-mail com a foto de um ipê-amarelo cujo tronco foi derrubado e usado como poste de iluminação e que, ainda assim, resistiu e sobreviveu (confira abaixo). Inspirado pelo Ipê, o Bafana agora faz um passeio mundo afora em busca de árvores magníficas e curiosas pelo Brasil e pelo mundo. Divirtam-se!

O Ipê de Porto Velho-RO

Ipê

Crescendo em lugares curiosos: More »

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jan 24

Velho Chico em Pirapora-MG

Além da polêmica ambiental, transposição das águas do Velho Chico mexe com o imaginário!

Como o assunto da transposição do Rio São Francisco voltou à mídia no final do ano passado, segue abaixo um artigo do Ronaldo originalmente publicado no Jornal Opção – Goiânia em 15/05/2005.

Da literatura dos antigos viajantes até a música de Caetano Veloso, passando por uma rica literatura regionalista, o Rio São Francisco é personagem freqüente da arte brasileira. Talvez também por isso, e não apenas pela questão ambiental, pensar em mexer nesse rio provoca muita polêmica. É o caso do propalado projeto de transposição de suas águas para o Polígono das Secas, objeto de reportagem da jornalista Sici Adriana Rosa para o Jornal Opção (veja aqui).

O Brasil possui importantes bacias hidrográficas que colaboram com o desenvolvimento nacional: a bacia Amazônica (eixo Solimões-Amazonas), a bacia do Tietê (caminho de entrada dos bandeirantes e hoje esgoto de saída dos paulistas), que por sua vez pertence à bacia do Paraná (onde encontra-se Itaipu e seus 25 por cento da geração de energia do país), a bacia do Tocantins-Araguaia e finalmente a Bacia do São Francisco.

Uma bacia hidrográfica é a área de drenagem de seu rio principal, isto é, toda a chuva que cai numa bacia tende (se não for retida antes pela vegetação, solo ou pelo homem) a correr para o seu rio principal.

A idéia antiga de transposição do Rio São Francisco, remonta a D.Pedro II, e representa pegar artificialmente parte de suas águas e levar para outra bacia que é muito assolada pelas secas. Isto já foi feito em outros países como Espanha, Peru e Estados Unidos, só pra citar os exemplos mais conhecidos. More »

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dez 20

Esta semana o Jornal Opção publicou uma matéria sobre o intercâmbio universitário entre a Universidade Estadual de Goiás e a Universidade de Cape Town (África do Sul) realizado pela pesquisadora Adriana Rosa de Carvalho (minha professora, viu!!) no projeto Restabelecimento do sistema de monitoramento comunitário da pesca artesanal do Rio Olifants (África do Sul) para subsidiar a participação dos pescadores no processo de co-manejo da pesca do Harder (Liza richardsonii) financiado pelo CNpq. Veja na íntegra aqui.

A professora é um exemplo para alguns professores que passam mais tempo à reclamar e criticar a falta de recursos da universidade do que trabalhar.  Bons profissionais não se acomodam aos primeiros obstáculos, mas aprende à superá-los.

O recado também serve para os alunos, estudar é muito importante e é a única saída. Incentivar os professores, estudando tanto ou mais que ele (nem sempre faço isto…) e dedicar-se com afinco à profissão da sua vida é fundamental, pois ninguém atende aos apelos da caixinha de reclamações.

Além do prestígio acadêmico pelo trabalho, a professora Adriana nos trouxe belas fotos da África do Sul confira logo abaixo: More »

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dez 1

Alan Teger (pesca)

Esta semana, no Instituto Oceanográfico da USP, aconteceu o 1º Workshop Brasileiro sobre Modelagem de Ecossistemas aplicada à Pesca (Download das palestras aqui). No post Os Bagres da Amazônia falei que esta é minha área de pesquisa principal. Realmente uma pena não ter participado para aprender mais sobre temas correlatos, além é claro de conhecer os pesquisadores (também tenho saudades de São Paulo…).

Modelagem ecológica pode parecer mais umas daquelas ocupações de cientistas em suas torres de marfim, mas decididamente não é (Aliás, se fosse não teria problema nenhum, mas este assunto fica pra outra hora). Na verdade é uma forma simples, porém abrangente pra se predizer alguns processos ecológicos e nossa pressão sobre eles. More »

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nov 29
Laduma
icon1 Ronaldo Angelini | icon2 Artigos, Crítica, História, Publicações, Turismo, África | icon4 11 29th, 2007| icon37 Comentários »

Soccer

Laduma” é uma expressão Zulu que pode significar “ficar famoso”, “trovejar” ou mesmo “fazer barulho” e é usada pelos narradores de futebol da África do Sul depois do gol. Aliás, o campeonato nacional nunca é narrado em inglês, pois as TVs preferem uma das outras 10 línguas oficiais do país. O esquisito é que durante a transmissão, alguns repórteres falam em inglês, outros em africâner (a língua da identidade nacional) e o narrador numa terceira (Xhosa, Suthu, Zulu. Há muitos sul-africanos que também não entendem estas línguas).

Enquanto estava na África do Sul, assisti ao jogo Brasil x Portugal. A cada 10 minutos os locutores se revezavam, um em inglês o outro numa outra língua que não consegui identificar. Ainda bem que o futebol tem sua linguagem própria e deu pra entender direitinho: o Brasil continua mal, correndo atrás da bola.

Quando Carlos Alberto Parreira aportou na África do Sul em 2006, sua missão foi tentar ser um Laduma, ou mais modestamente, fazer com que os torcedores do Bafana Bafana, como é chamada a seleção local, voltassem aos estádios. Por enquanto, não deu certo.

O alvo de críticas freqüentes é seu alto salário, mas a missão de Parreira não é das mais fáceis. Em novembro de 2006, os Bafanas venceram Zâmbia por 1 a 0, num jogo onde sobraram caneladas e maus tratos à bola. Parreira e Jairo Leal assistiram a partida e como vestiam pela segunda vez ternos pretos num jogo do Bafana, foram apelidados de “MIB – Homens de Preto” numa alusão a comédia dos agentes do FBI que são os policiais dos extra-terrestres na Terra.

Ao problema da falta de qualidade dos jogadores locais (bem longe de Camarões, Zâmbia ou Angola) soma-se o fato de que o embargo esportivo à África do Sul terminou apenas em 1992. O país do apartheid ficou 30 anos sem experiência em competições internacionais. Isto é, a nova geração não tem referencial de vitórias ou mesmo derrotas. More »

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nov 20

Be Happy Elefante

“Um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais…” era assim que começava uma musiqueta que cantávamos, quando crianças, para atormentar os adultos. Depois veio o Jotalhão, o elefante do Maurício de Souza que acabou virando extrato de tomate, com o lema “o mais amado do Brasil”, ou algo similar.

Na África do Sul, e na África de modo geral, os elefantes ainda incomodam muita gente, mas atraem turistas, exigindo cuidados especiais da direção dos Parques Nacionais e dos gerentes das reservas particulares (chamadas de “game farms”). Estas propriedades são um atrativo negócio em que o fazendeiro ao invés de criar animais para abate, os cria para serem vistos por turistas em preservadas paisagens naturais.

O problema com o “way of life” elefantino é que ele é um glutão. Diferente das girafas que ficam com as folhas e espinhos, os indivíduos da espécie Loxodonta africana, preferem a árvore ou o arbusto inteiros na época seca, pois na chuvosa o consumo é exclusivamente de gramíneas. Apesar disso, eles consomem por volta de 165 espécies de plantas, o que o transforma no melhor dispersor de sementes do continente.

elephant Sun Enquanto estava em Cape Town, num programa no canal 3 (em tempo, há apenas 5 canais de TV aberta na África do Sul) houve um debate sobre o impacto dos elefantes na vegetação ciliar de alguns rios ao leste do país. A provisão de água, para eles mesmos e também para outros animais, estaria seriamente ameaçada, já que a derrubada da mata de galeria acarreta o carreamento do solo e conseqüente assoreamento do rio. Não há consenso, sobre o que fazer, entre os especialistas. Uns pedem pra deixar como está, pois alguns morrerão e o ciclo da vida continuará; outros acham que os elefantes devem ser “conduzidos” para outras áreas ou mesmo mortos, já que temem os impactos da população acima da capacidade suporte das áreas, o que acarretaria prejuízos para todas as espécies animais. More »

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nov 6

O continente africano possui paisagens e flores magníficas, mas no quesito grandiosidade, alguns animais da África têm fama mundialmente inquestionável. As cinco espécies que recebem maior destaque são: rinoceronte, elefante, leão, búfalo e leopardo. O Rand, que é a moeda da África do Sul (7 Rands = 1 dólar), ostenta-os, respectivamente, em suas notas de R10, R20, R50, R100 e R200. Estranhou a lista? Cadê o hipopótamo, a chita, o gorila e a girafa? Na verdade, os chamados “big five” não são exatamente os “maiores”, mas sim os mais agressivos e perigosos ao homem.

MapinguariPor que a diversidade de grandes animais só é alta no continente africano? A resposta mais correta é o fator histórico-evolutivo, pois há 20 mil anos atrás, o continente americano também contava com mamíferos quase gigantescos: tatus, ursos, veados (com galhadas de mais 10 metros de largura) e o mais famoso deles, a preguiça gigante, que depois virou lenda na Amazônia com o nome de Mapinguari (tem até pesquisador atrás dela). Então, há cerca de 13 mil anos, o bicho-homem atravessou o estreito de Behring e caminhando (8 km/ano) até a Patagônia foi dizimando estas belas espécies.

O episódio é conhecido como overkill (supermatança) e ninguém tem dúvida que ocorreu, pois todas as outras hipóteses, em especial as climáticas, levantadas para explicar a rápida extinção, foram descartadas. Assim, apesar do tamanho enorme, estes bichos não tinham nenhum instinto evoluído para evitar o homem e representavam uma importante fonte de proteína para nossos ancestrais.

Isto é basicamente provado pelo fato de que, na África, as extinções nesta mesma época foram menores, pois como é o berço de nossa espécie, os animais já haviam sido selecionados para evitar aquele bípede cabeçudo que atuava em grupo. More »

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nov 4

Um rápido olhar no mapa da África e é possível identificar países que destoam pelo desenho de suas fronteiras. A Namíbia, ao sul do continente, é um deles, pois sua fronteira leste, com Botswana e África do Sul, é uma linha reta na vertical (veja o mapa abaixo).

Mapa da Namíbia

Pode-se achar estranho, mas quem só vê o mapa não viu nada ainda. Que tal saber que até 1990 a Namíbia era colônia da África do Sul? Isto contrariava até mesmo a Corte Internacional de Justiça que em 1971 já havia declarado que o controle sul-africano era ilegal. Em 1990, os altos custos da ocupação (50 mil soldados), as pressões internacionais de dentro e de fora do continente, e a bancarrota interna do governo do apartheid, fizeram com que a então chamada, África do Sudoeste (South-West Africa), voltasse a ser Namíbia.

Mas isto ainda não é tudo de curioso neste país: os apenas 2 milhões de habitantes falam 45 línguas (!). Ainda bem que a língua inglesa unifica a nação, já que a alfabetização atinge 85% da população e as aulas do idioma de Sua Majestade são diárias. Bom pra eles, pois os alunos e professores da única universidade (Universidade da Namíbia na capital Windhoek) podem aproveitar mais facilmente a literatura científica, toda em inglês, e ainda viajar aos grandes centros mundiais e aprender novas técnicas sem o obstáculo do idioma (como eu, por exemplo).

Porém, estranho mesmo na Namíbia é sua costa. Com uma extensão de 1570 km e largura variando de 80 a 150 km, é um imenso deserto que cobre 15% de todo país. Praticamente não cai uma gota de água da chuva o ano todo, mesmo sendo à beira do mar. Por quê? More »

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jul 25
Dez motivos pra…
icon1 Ronaldo Angelini | icon2 Bafana Divulga, Geral, Turismo, África | icon4 07 25th, 2007| icon32 Comentários »

Dez motivos pra morar em Cape Town e na África do Sul

1 – Não há buracos nas ruas da cidade e as calçadas são asfaltadas. Ótimas para patins, cadeiras de roda e idosos;

2 – A cidade é limpa. Além da varrição diária, as pessoas não jogam papel no chão;

3 – A África do Sul, não é só de grandes animais (leão, tubarão, elefante, baleia). É acima de tudo, paisagens maravilhosas: praias, montanhas, diferentes formações florestais e parques nacionais muito bem cuidados. O mesmo cabe para a Cidade do Cabo: Cape Town é linda: oceano, árvores, aquário, jardim botânico, Parques, Cabo da Boa Esperança, Table Montain, vinícolas, etc…;

4 – As pessoas são educadas e te respeitam mesmo que você não domine a língua; More »

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jul 14

Este é meu último post made in South Africa. Parte da bagagem já está devidamente empacotada e a outra ainda vai dar muito trabalho. Desde outubro do ano passado toda semana coloquei um artigo neste espaço (com exceção do fim/início de ano).

Nem sempre fui muito feliz nos temas, ainda tenho dificuldades com as vírgulas (dá pra notar, né?), mas acredito ter passado algumas informações que considero relevantes sobre ciência, animais, África, Brasil e assuntos correlatos (ou não tão correlatos assim).

Tive o prazer de receber alguns elogios através dos comentários e outros tantos e-mails na mesma linha. É também com muita satisfação que vejo reproduzido alguns destes textos na Revista Bula, cujo site está sendo reformulado devido ao grande número de acessos que o fez sair do ar. Meu último artigo lá publicado tinha recebido mais de quatro mil visitas em apenas uma semana (o que não é muito pros padrões da revista…). More »

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jul 7

Ao redor do Kruger National Park há inúmeras reservas particulares de vida selvagem (chamadas de Private Game Reserve). Estas áreas funcionam como um hotel-fazenda, mas ao invés de engordarem bois e cabras, se dedicam à criação de leões, rinocerontes, javalis, entre outros. Algumas são muito requintadas, possuindo até campos de golfe (de vez em quando alguns jogos são interrompidos para que as girafas atravessem o campo….). Carros próprios do hotel (com guias) se encarregam de te conduzir aos safáris fotográficos e você pode beber um delicioso champanhe, enquanto observa os hipopótamos no lago (um luxo! Te contei, não?).

Apesar da “frescura”, estas reservas empregam muita gente, incluindo profissionais como veterinários e biólogos. De vinte anos pra cá, elas estabeleceram um acordo com a direção do Kruger e parte delas aboliu a cerca que faz divisa com o Parque. Assim, os animais ganharam mais espaço e as reservas podem oferecer um melhor serviço, já que os safáris ficam mais surpreendentes. Além disso, a eliminação das fronteiras possibilita que os animais do Kruger e das reservas se cruzem, aumentando a variabilidade genética e evitando o intercruzamento (ou inbreeding). A natureza e o turismo agradecem. Vocês sabem: pra conservar animais enormes são necessárias grandes extensões de terra. Por exemplo, apenas um elefante consome por dia de 150 a 300 kg de vegetação. More »

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nov 19

Numa das mais clássicas definições sobre a ciência, o físico americano Richard Feyman (talvez o mais autêntico e bem humorado entre os cientistas de primeiro time) disse que ela “é um processo de aprendizado sobre a natureza em que, diferentes idéias sobre como o mundo trabalha são medidas contra a observação”. Sim, mas os sentidos e as aparências nos enganam. Só pra ficar no exemplo mais batido, dizer que a Terra é que gira em torno do Sol era, aparentemente, um contra-senso enorme. Foram observações mais acuradas que mostraram como “o céu funciona”.

Mas fazer a verdadeira ciência é lutar junto à fronteira do desconhecimento. Não é uma briga das mais fáceis, na verdade é uma guerra sem fim, que tem que ser travada por soldados-cientistas muito bem preparados e equipados (para gênios como Feyman, bastam lápis e papel…). Além do desconhecido, outro inimigo da ciência e talvez, mais forte, é a ignorância pura, simples e até desinteressada. Fatos já estabelecidos, teorias já comprovadas ou amplamente refutadas permanecem ignoradas pela maioria das pessoas.

Two Oceans Aquarium 4 - Floresta de kelps

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out 16

Paseeio Tubarão Branco I

Em Gassbaai (África do Sul), a duas horas da Cidade do Cabo, fomos passear “com” o tubarão branco. O barco de 12 metros (20 turistas, 100 dólares cada, 5 tripulantes) navegou por 40 minutos e parou no meio do nada. Os marujos começaram a jogar restos de peixe ao mar. É colocada na água uma gaiola, (três metros quadrados de área, dois de profundidade) para quem quiser ver o tubarão por debaixo da água (desculpe decepcioná-lo, mas com água a 14º C e a temperatura no barco a 12º C foi impossível para mim, uma criatura tropical, entrar nesta fria). Acompanhe na foto o momento que o tubarão chega pela primeira vez.

Passeio Tubarão Branco II

Quando o tubarão chega, ele pula na isca, que é então, puxada pelo capitão ou marujos, para que ele não a coma toda de uma vez. A isca é presa apenas com corda para não ferir ou espantar o animal. Realmente os saltos são impressionantes e os tubarões aprenderam a fazer isto para poderem caçar suas presas preferidas, as focas. Note como ele estava próximo a gaiola com os corajosos e congelados, turistas lá dentro.

Passeio Tubarão Branco III

Aqui o tubarão branco nada ao longo do barco com a isca na boca. Este não é o mesmo indivíduo que o anterior, aliás ao todo apareceram 3, mas eles não brigam entre si, pois todos sairíam perdendo e afinal brigar por carniça não deve valer a pena.

Passeio Tubarão Branco IV

Aqui de novo, com a isca. Parece até dócil….

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