jan 21

Oi gente!


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Como alguns de vocês sabem minha esposa, a professora Adriana Rosa Carvalho tem um projeto aprovado no edital Pró-África do CNPq e por isto estamos aqui na maravilhosa Cape Town para que o projeto com os pescadores do estuário do Rio Olifants possa seguir em frente. Se quiser ler mais sobre o projeto clique aqui.

Eu estou aqui muito mais como marido, motorista e carregador de mala. Rapaz é a vida que eu pedi pra Deus… Bom, mas dêem uma olhada nas fotos. A construção do estádio de Cape Town para a Copa do Mundo vai a todo vapor. Inclusive conversamos com nosso agente de viagens daqui e ele nos desaconselhou a assistir a Copa! Sabe porque? Ele disse que os times sul-americanos irão sofrer bastante porque em Julho faz um frio de rachar na África do Sul, especialmente em Cape Town, onde será uma das semi-finais.

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jun 6

Para a geração que chega agora nos 40, poucos filmes foram tão impressionantes na adolescência como Tubarão de Steven Spielberg. Longe dos monumentais efeitos computadorizados de hoje, o aclamado diretor conseguia manejar muito bem a câmera, colocando os espectadores, hora como vítima, outra como predador, fazendo-os, por assim dizer, sentirem-se como ambos. Tudo isto ao som daquela “musiquinha”: tundundun-dundun-tundun… mais aterrorizante talvez apenas, os gritos agudos no chuveiro de Hitchcock, em Psicose, conhecido e traduzido em Portugal como O Filho que era Mãe (parece piada, mas é pura verdade, perguntem pro Ruy Castro).

A cena de abertura do filme é clássica: a garota, num luau com os amigos transviados, vai nadar nua, no oceano tranqüilo. E então, tundundun… na poltrona da cidade do interior (longe do mar) já sabíamos o que ia ocorrer, mas nos aterrorizávamos mesmo assim. Depois vem a caçada ao grande bicho -“assassino”, que mostra toda a sua força, até ser explodido em zil pedaços. Politicamente incorreto? Então que tal lembrar do cultuado Moby Dick, romance de Hermam Melville, sob a direção de John Huston? No filme, Ahab, o capitão, exala ódio da baleia branca. A obsessão do perna-de-pau em matá-la é tamanha que, alude à luta de um homem para atingir sagazmente seus objetivos, enfrentando a natureza indomada. Numa palavra: clássico. É claro, o filme de Huston, que colocou lindos olhos de cavalo na baleia franca, enxota Tubarão para a “sessão da tarde”, pois é um clássico nascido de outro, combinação que nem sempre dá certo. More »

nov 29
Laduma
icon1 Ronaldo Angelini | icon2 Artigos, Crítica, História, Publicações, Turismo, África | icon4 11 29th, 2007| icon35 Comentários »

Soccer

Laduma” é uma expressão Zulu que pode significar “ficar famoso”, “trovejar” ou mesmo “fazer barulho” e é usada pelos narradores de futebol da África do Sul depois do gol. Aliás, o campeonato nacional nunca é narrado em inglês, pois as TVs preferem uma das outras 10 línguas oficiais do país. O esquisito é que durante a transmissão, alguns repórteres falam em inglês, outros em africâner (a língua da identidade nacional) e o narrador numa terceira (Xhosa, Suthu, Zulu. Há muitos sul-africanos que também não entendem estas línguas).

Enquanto estava na África do Sul, assisti ao jogo Brasil x Portugal. A cada 10 minutos os locutores se revezavam, um em inglês o outro numa outra língua que não consegui identificar. Ainda bem que o futebol tem sua linguagem própria e deu pra entender direitinho: o Brasil continua mal, correndo atrás da bola.

Quando Carlos Alberto Parreira aportou na África do Sul em 2006, sua missão foi tentar ser um Laduma, ou mais modestamente, fazer com que os torcedores do Bafana Bafana, como é chamada a seleção local, voltassem aos estádios. Por enquanto, não deu certo.

O alvo de críticas freqüentes é seu alto salário, mas a missão de Parreira não é das mais fáceis. Em novembro de 2006, os Bafanas venceram Zâmbia por 1 a 0, num jogo onde sobraram caneladas e maus tratos à bola. Parreira e Jairo Leal assistiram a partida e como vestiam pela segunda vez ternos pretos num jogo do Bafana, foram apelidados de “MIB – Homens de Preto” numa alusão a comédia dos agentes do FBI que são os policiais dos extra-terrestres na Terra.

Ao problema da falta de qualidade dos jogadores locais (bem longe de Camarões, Zâmbia ou Angola) soma-se o fato de que o embargo esportivo à África do Sul terminou apenas em 1992. O país do apartheid ficou 30 anos sem experiência em competições internacionais. Isto é, a nova geração não tem referencial de vitórias ou mesmo derrotas. More »

nov 20

Be Happy Elefante

“Um elefante incomoda muita gente, dois elefantes incomodam muito mais…” era assim que começava uma musiqueta que cantávamos, quando crianças, para atormentar os adultos. Depois veio o Jotalhão, o elefante do Maurício de Souza que acabou virando extrato de tomate, com o lema “o mais amado do Brasil”, ou algo similar.

Na África do Sul, e na África de modo geral, os elefantes ainda incomodam muita gente, mas atraem turistas, exigindo cuidados especiais da direção dos Parques Nacionais e dos gerentes das reservas particulares (chamadas de “game farms”). Estas propriedades são um atrativo negócio em que o fazendeiro ao invés de criar animais para abate, os cria para serem vistos por turistas em preservadas paisagens naturais.

O problema com o “way of life” elefantino é que ele é um glutão. Diferente das girafas que ficam com as folhas e espinhos, os indivíduos da espécie Loxodonta africana, preferem a árvore ou o arbusto inteiros na época seca, pois na chuvosa o consumo é exclusivamente de gramíneas. Apesar disso, eles consomem por volta de 165 espécies de plantas, o que o transforma no melhor dispersor de sementes do continente.

elephant Sun Enquanto estava em Cape Town, num programa no canal 3 (em tempo, há apenas 5 canais de TV aberta na África do Sul) houve um debate sobre o impacto dos elefantes na vegetação ciliar de alguns rios ao leste do país. A provisão de água, para eles mesmos e também para outros animais, estaria seriamente ameaçada, já que a derrubada da mata de galeria acarreta o carreamento do solo e conseqüente assoreamento do rio. Não há consenso, sobre o que fazer, entre os especialistas. Uns pedem pra deixar como está, pois alguns morrerão e o ciclo da vida continuará; outros acham que os elefantes devem ser “conduzidos” para outras áreas ou mesmo mortos, já que temem os impactos da população acima da capacidade suporte das áreas, o que acarretaria prejuízos para todas as espécies animais. More »

nov 6

O continente africano possui paisagens e flores magníficas, mas no quesito grandiosidade, alguns animais da África têm fama mundialmente inquestionável. As cinco espécies que recebem maior destaque são: rinoceronte, elefante, leão, búfalo e leopardo. O Rand, que é a moeda da África do Sul (7 Rands = 1 dólar), ostenta-os, respectivamente, em suas notas de R10, R20, R50, R100 e R200. Estranhou a lista? Cadê o hipopótamo, a chita, o gorila e a girafa? Na verdade, os chamados “big five” não são exatamente os “maiores”, mas sim os mais agressivos e perigosos ao homem.

MapinguariPor que a diversidade de grandes animais só é alta no continente africano? A resposta mais correta é o fator histórico-evolutivo, pois há 20 mil anos atrás, o continente americano também contava com mamíferos quase gigantescos: tatus, ursos, veados (com galhadas de mais 10 metros de largura) e o mais famoso deles, a preguiça gigante, que depois virou lenda na Amazônia com o nome de Mapinguari (tem até pesquisador atrás dela). Então, há cerca de 13 mil anos, o bicho-homem atravessou o estreito de Behring e caminhando (8 km/ano) até a Patagônia foi dizimando estas belas espécies.

O episódio é conhecido como overkill (supermatança) e ninguém tem dúvida que ocorreu, pois todas as outras hipóteses, em especial as climáticas, levantadas para explicar a rápida extinção, foram descartadas. Assim, apesar do tamanho enorme, estes bichos não tinham nenhum instinto evoluído para evitar o homem e representavam uma importante fonte de proteína para nossos ancestrais.

Isto é basicamente provado pelo fato de que, na África, as extinções nesta mesma época foram menores, pois como é o berço de nossa espécie, os animais já haviam sido selecionados para evitar aquele bípede cabeçudo que atuava em grupo. More »

nov 4

Um rápido olhar no mapa da África e é possível identificar países que destoam pelo desenho de suas fronteiras. A Namíbia, ao sul do continente, é um deles, pois sua fronteira leste, com Botswana e África do Sul, é uma linha reta na vertical (veja o mapa abaixo).

Mapa da Namíbia

Pode-se achar estranho, mas quem só vê o mapa não viu nada ainda. Que tal saber que até 1990 a Namíbia era colônia da África do Sul? Isto contrariava até mesmo a Corte Internacional de Justiça que em 1971 já havia declarado que o controle sul-africano era ilegal. Em 1990, os altos custos da ocupação (50 mil soldados), as pressões internacionais de dentro e de fora do continente, e a bancarrota interna do governo do apartheid, fizeram com que a então chamada, África do Sudoeste (South-West Africa), voltasse a ser Namíbia.

Mas isto ainda não é tudo de curioso neste país: os apenas 2 milhões de habitantes falam 45 línguas (!). Ainda bem que a língua inglesa unifica a nação, já que a alfabetização atinge 85% da população e as aulas do idioma de Sua Majestade são diárias. Bom pra eles, pois os alunos e professores da única universidade (Universidade da Namíbia na capital Windhoek) podem aproveitar mais facilmente a literatura científica, toda em inglês, e ainda viajar aos grandes centros mundiais e aprender novas técnicas sem o obstáculo do idioma (como eu, por exemplo).

Porém, estranho mesmo na Namíbia é sua costa. Com uma extensão de 1570 km e largura variando de 80 a 150 km, é um imenso deserto que cobre 15% de todo país. Praticamente não cai uma gota de água da chuva o ano todo, mesmo sendo à beira do mar. Por quê? More »

nov 3

WWF  - Planeta Vivo 2006

Quem tem paciência de acompanhar alguns dos meus artigos sabe que não simpatizo com “Relatórios Mundiais” que mostram como o Homem “destrói a natureza”. Recentemente a WWF lançou um destes, Planeta Vivo 2006, afirmando que nossas pegadas ecológicas indicam que estamos esgotando os recursos do planeta. O manuscrito foi escrito por cientistas do mais alto gabarito técnico, mas em nenhum momento a palavra fome foi mencionada, mesmo sendo um problema muito relacionado à questão ambiental, devido, por exemplo, à necessidade crescente de terras para cultivo.

Porém certas iniciativas locais da WWF têm sido muito realistas e proveitosas. Prova disto é o recente relatório publicado por ela e pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) sobre o Projeto Várzea: Desenvolvimento de sistemas de manejo comunitário para a várzea amazônica: lições que estamos aprendendo (download). O texto (33 páginas e ricamente ilustrado) descreve o trabalho de 12 anos com comunidades ribeirinhas no Baixo Amazonas (do Madeira ao Xingu) no co-manejo pesqueiro dos recursos da várzea.

Pra quem nunca ouviu falar, manejo pesqueiro é o corpo de técnicas destinadas a proteger os estoques de peixes, enquanto tenta viabilizar o maior rendimento possível aos pescadores e principalmente garantir a sustentabilidade da atividade no longo prazo. No caso Amazônico se simplesmente houver uma redução sobre os estoques, haverá a demanda por outras formas de sustento para o ribeirinho (agricultura, pecuária), o que pode afetar o ambiente e impactar indireta, mas fortemente, os peixes que dependem da floresta da várzea, para reprodução e alimentação na época da cheia. More »

out 19
Battle at Kruger
icon1 Igor Alcântara | icon2 Bafana Divulga, Vídeo | icon4 10 19th, 2007| icon31 Comentário »

Aproveitando o post do Ronaldo sobre o Kruger National Park, eis um emocionante vídeo amador chamado “Battle at Kruger”, que atualmente é um dos mais visualisados no YouTube.

Desde que fora inserido em maio deste ano, já foram mais de 10 milhões de acessos, um fenômeno da internet. A popularidade do vídeo cresceu ainda mais com a veiculação do mesmo pela rede BBC no dia 09 de agosto.

Também pudera! A emocionante sequência que você verá a seguir é de causar inveja a qualquer documentarista. Uma cena rara até mesmo para os padrões do Kruger. O vídeo filmado pelo turista David Budzinski mostra a batalha entre um grupo de leoas, um crocodilo e uma manada de búfalos à cata de seu filhote, com um final surpreendente! Segundo o jornal Guardian Unlimited até mesmo um dos fundadores do YouTube elegeu o vídeo como favorito de todos os tempos.

Fantástico isso não!

jul 25
Dez motivos pra…
icon1 Ronaldo Angelini | icon2 Bafana Divulga, Geral, Turismo, África | icon4 07 25th, 2007| icon32 Comentários »

Dez motivos pra morar em Cape Town e na África do Sul

1 – Não há buracos nas ruas da cidade e as calçadas são asfaltadas. Ótimas para patins, cadeiras de roda e idosos;

2 – A cidade é limpa. Além da varrição diária, as pessoas não jogam papel no chão;

3 – A África do Sul, não é só de grandes animais (leão, tubarão, elefante, baleia). É acima de tudo, paisagens maravilhosas: praias, montanhas, diferentes formações florestais e parques nacionais muito bem cuidados. O mesmo cabe para a Cidade do Cabo: Cape Town é linda: oceano, árvores, aquário, jardim botânico, Parques, Cabo da Boa Esperança, Table Montain, vinícolas, etc…;

4 – As pessoas são educadas e te respeitam mesmo que você não domine a língua; More »

jul 7

Ao redor do Kruger National Park há inúmeras reservas particulares de vida selvagem (chamadas de Private Game Reserve). Estas áreas funcionam como um hotel-fazenda, mas ao invés de engordarem bois e cabras, se dedicam à criação de leões, rinocerontes, javalis, entre outros. Algumas são muito requintadas, possuindo até campos de golfe (de vez em quando alguns jogos são interrompidos para que as girafas atravessem o campo….). Carros próprios do hotel (com guias) se encarregam de te conduzir aos safáris fotográficos e você pode beber um delicioso champanhe, enquanto observa os hipopótamos no lago (um luxo! Te contei, não?).

Apesar da “frescura”, estas reservas empregam muita gente, incluindo profissionais como veterinários e biólogos. De vinte anos pra cá, elas estabeleceram um acordo com a direção do Kruger e parte delas aboliu a cerca que faz divisa com o Parque. Assim, os animais ganharam mais espaço e as reservas podem oferecer um melhor serviço, já que os safáris ficam mais surpreendentes. Além disso, a eliminação das fronteiras possibilita que os animais do Kruger e das reservas se cruzem, aumentando a variabilidade genética e evitando o intercruzamento (ou inbreeding). A natureza e o turismo agradecem. Vocês sabem: pra conservar animais enormes são necessárias grandes extensões de terra. Por exemplo, apenas um elefante consome por dia de 150 a 300 kg de vegetação. More »

jun 26

A década de 80 foi ruim para a economia da África do Sul. A vigilância das leis do apartheid tinham alto custo, a inflação estava acima dos 10% (ano), muitos brancos eram pobres e começaram a deixar o país em busca de dias melhores na Europa e EUA. A população negra crescia numa taxa muito superior à branca e havia crescentes embargos externos à economia sul-africana por causa do regime político, incluindo boicotes esportivos. Protestos continuavam dentro (com Winnie Mandela, principalmente) e fora do país. E então, o governo fez a mesma pergunta que Mandela no início dos anos 60: quais as opções? Neste caso: dialogar.

Tom Lodge, autor de “Mandela a critical life” (Mandela uma vida crítica, Oxford University Press, 2006, 274p.) explica que quando ele foi transferido do presídio da Prisão de Robben Island para Pollsmoor nos arredores da Cidade do Cabo, em 1982, membros do governo já antecipavam a possibilidade de negociar com os líderes do ANC, o partido dos negros, então na ilegalidade.

Robben Island More »

jun 10

Em 18 de julho de 1918 Nelson Mandela nasceu em Mvezo, no Transkei um dos Estados da África do Sul banhado pelo Oceano Índico. A região era agro-pastoril e sobre a infância Mandela gostava de dizer: “sou do tempo que a criança era educada pelo método de sentar, aquietar-se e apenas ouvir as conversas dos mais velhos”. Hoje é a criança ou o jovem quem mandam e é preciso chamar a “Super-Nani” ou a tropa de choque.

O pai de Nelson Mandela, Henry Gadla, tinha quatro esposas e treze filhos. Ele era descendente de Thembu, chefe de um clã dos Xhosa (pronuncia-se Kôza), um dos muitos povos locais da África do Sul. A formação de Mandela, dentro dos valores de respeito às tradições e autoridades fez com que ele adquirisse os hábitos de nobreza, educação formal e, acima de tudo, de profundo entendimento da “alma” sul-africana. Sem sombra de dúvida, vem daí o famoso charme de Mandela, que consegue ser tão natural comendo um braai (churrasco) com a mão, num bairro pobre como o Gugulethu da Cidade do Cabo, quanto bebendo cherry com a rainha da Inglaterra no Palácio de Buckingham.

Jovem Mandela

 

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out 16

Paseeio Tubarão Branco I

Em Gassbaai (África do Sul), a duas horas da Cidade do Cabo, fomos passear “com” o tubarão branco. O barco de 12 metros (20 turistas, 100 dólares cada, 5 tripulantes) navegou por 40 minutos e parou no meio do nada. Os marujos começaram a jogar restos de peixe ao mar. É colocada na água uma gaiola, (três metros quadrados de área, dois de profundidade) para quem quiser ver o tubarão por debaixo da água (desculpe decepcioná-lo, mas com água a 14º C e a temperatura no barco a 12º C foi impossível para mim, uma criatura tropical, entrar nesta fria). Acompanhe na foto o momento que o tubarão chega pela primeira vez.

Passeio Tubarão Branco II

Quando o tubarão chega, ele pula na isca, que é então, puxada pelo capitão ou marujos, para que ele não a coma toda de uma vez. A isca é presa apenas com corda para não ferir ou espantar o animal. Realmente os saltos são impressionantes e os tubarões aprenderam a fazer isto para poderem caçar suas presas preferidas, as focas. Note como ele estava próximo a gaiola com os corajosos e congelados, turistas lá dentro.

Passeio Tubarão Branco III

Aqui o tubarão branco nada ao longo do barco com a isca na boca. Este não é o mesmo indivíduo que o anterior, aliás ao todo apareceram 3, mas eles não brigam entre si, pois todos sairíam perdendo e afinal brigar por carniça não deve valer a pena.

Passeio Tubarão Branco IV

Aqui de novo, com a isca. Parece até dócil….